quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conhcer

"A escola começou com apenas alguns alunos ao redor de um professor. Sem quadro-negro, sem livros: um professor e um pequeno grupo de alunos. Ao longo de séculos, essa estrutura evoluiu, sem jamais deixar de estar centrada no professor. No século 21, o professor continuará sendo o centro do processo pedagógico, mas de uma forma diferente. Longe daquele tutor rodeado de cinco ou seis alunos, o professor será o maestro, o arquiteto e o engenheiro de um espetáculo composto por alunos em número variado de até milhões. Alunos espalhados pelo mundo inteiro, em endereços geográficos desconhecidos e que podem também desconhecer onde está o professor, que usará  os modernos equipamentos de teleinformática para melhor interagir com eles." Cristóvão Buarque, Formação e invenção para o professor do século 21.

2 comentários:

  1. Olá, parabéns por essa iniciativa. É preciso divulgar que EAD, não é uma coisa nova e sim mais um caminho para diminuir as desigualdades.
    No Brasil, as primeiras ações de ensino a distância surgiram em 1939, com a criação de instituições ensinavam através de correspondência. Na década de 70, emissoras de rádio e televisão passaram a oferecer seus cursos – o pioneiro foi o Projeto Minerva, elaborado pelo governo federal para auxiliar na educação de adultos.

    A terceira geração do EAD teve início com a internet, após o surgimento dos ambientes interativos, como chats, fóruns e e-mails, entre outros instrumentos.
    Que quando levado a sério, feito de maneira correta, é um grande instrumento de desenvolvimento educacional.
    Os interessados devem buscar informações junto a instituições de ensino públicas ou privadas, credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC), para saber sobre a oferta desse tipo de curso. O site do MEC também oferece informações sobre instituições e Pólos de ensino a distancia no endereço mec.gov
    Bjks

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  2. Olá Nelson, 'caminhando' nesse sentido:
    “Quando o homem sabe e ensina o saber, é sobre e através das relações de objetos, pessoas e idéias que ele está falando. E é no interior da totalidade e da diferença de situações através das qual o trabalho e as trocas de frutos do trabalho garantem sobrevivência, a convivência e a transcendência, que, no interior de uma vida coletiva anterior à escola, mas plena de educação, os homens entre si se ensinam e aprendem”. (Brandão, 2006, pg. 22).
    Como educadores deveremos pensar em estimular a interação, a construção coletiva de conhecimento e a utilização ampla dos diversos recursos de aprendizagem.
    Abraços
    Ivana

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